PCGO prende três envolvidos por usar documentos falsos para aplicar golpe em banco; valor supera R$ 620 mil.



A Polícia Civil, através da 8ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Goiânia, no dia 17 de junho deste ano, cumpriu mandado de busca e apreensão e mandado de prisão preventiva em desfavor de MPLN. No dia seguinte (18), policiais civis do DF, em apoio à PCGO, deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva em desfavor de IOC, a qual se encontrava na Granja do Torto (DF). E ainda no mesmo dia, policiais penais do DF cumpriram mandado de prisão preventiva em desfavor de JMML, o qual estava preso na Papuda (DF). Todos os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal de Goiânia. A investigação concluiu que MLPN tinha acesso a servidores de cartórios espalhados pelo país e, com isso, obtinha documentos falsos para praticar crimes variados.


No caso em tela, JMML comprou um apartamento financiado junto ao Banco Bradesco no valor de R$ 620 mil e fez um seguro de vida no valor de R$ 100 mil. Após tais fatos, MLPN obteve Certidão de Óbito falsa em nome de JMML e entregou à IOC, a qual é esposa de JMML. Munida da documentação, IOC conseguiu judicialmente a quitação do apartamento, sendo que o banco depositou R$ 623 mil. A ação judicial do seguro de vida está em andamento, mas os advogados do Banco já apresentaram ao Judiciário fatos novos. Todo o plano foi arquitetado por MLPN, o qual reside no apartamento que deveria ser de JMML, sendo essa a sua parte dos ganhos com os crimes. A parte de JMML seria o seguro de vida. JMML vivia atualmente com o nome de Raul, porém, foi preso e sua real identidade provada tecnicamente. O sequestro do apartamento também foi solicitado pela autoridade policial e acatado e determinado pelo Poder Judiciário. A PCGO contou, nesta investigação, com a cooperação do Ministério Público, do Poder Judiciário, o apoio dos policiais civis e dos policiais penais do Distrito Federal na parte operacional e a troca de informações com a Polícia Civil do Paraná. Os presos respondem no inquérito pelos crimes de estelionato, associação criminosa e uso de documento falso.


#policia #pcgo #pcgocontraocrime #policiacivil #policiacivilgoias

Comentários